sexta-feira, 1 de agosto de 2008

MOSOFI, UM NOME QUE VIROU MARCA

Bastante conhecido dos antenados, Moésio Sousa Filho, MOSOFI, desde muito cedo começou a pintar roupa, despretensiosamente, atendendo basicamente aos amigos e parentes. A coisa foi ficando séria, seu leque de produtos foi aumentando e hoje o seu nome já é uma marca usada tanto no Brasil como no exterior, depois que começou a anunciar na internet, em sites de venda e no próprio, www.mosofi.com.
Quem tem como eu, o prazer de tê-lo como amigo, sabe da sua simplicidade, dedicação e amor ao que faz e da atenção que dá a cada um dos seus clientes. O ANTENA MIX entregou a sua marca para esse talentoso artista desenvolver peças exclusivas (pintadas a mão) que em breve estará lançando no mercado num grande evento e com deliciosos modelos, aguardem!!! A noite recifense já está acostumada com suas peças, notadamente as sungas que os garotos vestem e despem nos palcos das casas mais badaladas da cidade. Alguns desses garotos posam para a sua marca, como é o caso do Yuri, um rapaz moreno alto de olhos castanhos claros, cabelos negros e um corpo de tirar o fôlego, de apenas 22 aninhos e do signo de Leão, trabalha como Stripper e Gogo-Boy, apesar da pouca idade ele hoje é reconhecido como um dos mais badalados Gogo-Boys do nordeste... Pretende com esse ensaio para a grife Mosofi se lançar na carreira de modelo fotográfico. “A personalidade de um homem se desvenda através de suas peças íntimas e seu estilo próprio” Confira os click’s de Yuri com a grife Mosofi.























































quarta-feira, 30 de julho de 2008

DANDO A BUNDA...

Lembro que, antes de entender a dinâmica machista e explicar no meu primeiro livro, eu tinha lido um livro sobre Homoerotismo onde o autor dizia que "O Preconceito começa no cu". Não sei se era exatamente com estas palavras mas era algo parecido (escrito para chocar mesmo!!). Quando parei para pensar, falei "Não é que esse cara esta certo mesmo?". Parece que tudo começa, permanece e termina no CU. Os machos estão falando o tempo todo dele, adoram o sexo anal com mulheres (sendo uma das práticas mais cobiçadas) mas, deixem eles pensar na breve possibilidade de "dar o próprio cu"?!?!?!! Embora muitos tenham vontade, jamais irão admitir ou até mesmo provar um pouco do assunto... tudo isso porque dar o cú envolve a dinâmica de PODER x SUBMISSÃO. E o macho, burro, aprendeu que dando o cú, ele será inferior, submisso, rebaixado e por ai vai indo... e não é isso que acontece... o prazer anal existe, é confirmado e não é dando ou não dando o cú que te fará mais homem ou menos homem que outro homem... Mesmo assim, dar o cu, dar a bunda e coisas afins será sempre sinônimo de rebaixamento e algo negativo que homem algum (apenas mulheres) poderão fazer em nossa sociedade estúpida... Apenas um pensamento sobre dar o edhizinhu... e que as vezes me revolta... acho que muitas pessoas seriam mais felizes se não se preocupassem tanto com o cu alheio... ou com o próprio...
Conheçam as idéias de Fabricio Viana, acessando seu blog

sexta-feira, 20 de junho de 2008

RIO GANHA 1ª ESCOLA DE SAMBA PARA PÚBLICO GLS – POR CLÁUDIA LOUREIRO

Segundo o idealizador, idéia é homenagear os grandes artistas do carnaval. O Projeto é para o público GLS, mas todos poderão desfilar.
Os preparativos para o carnaval de 2009 mal começaram, mas já tem novidade no ar. Gays, lésbicas e simpatizantes (GLS) vão ganhar a primeira escola de samba voltada especialmente para esse público. Com o nome de Grêmio Recreativo Escola de Samba Arco-Íris de Amor, a idéia, segundo seu idealizador e fundador, é homenagear os “grandes artistas” do carnaval. “Esse é um projeto que tenho há 3 ou 4 anos. Essas pessoas são as que fazem as roupas mais bonitas, mais caras e têm um carinho enorme pelo carnaval. Acho mais do que justo essa homenagem”, diz o intérprete Rhichahs, que tem 30 anos de Avenida e puxa o samba na União de Jacarepaguá, escola do Grupo de Acesso B. O sambista diz que não pensou em criar um bloco de rua porque não queria que a homenagem fosse passageira. "Sempre digo que isso não é um bloco de piranha.
É uma escola de samba, um projeto sério."
Grupo Especial na mira
O projeto vai ser levado oficialmente ao conhecimento da Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio na próxima semana. “Já recebemos a documentação jurídica de autorização da escola e vamos desfilar pelo grupo que a Associação indicar. Vamos pegar todo o regulamento e segui-lo. Queremos fazer tudo direito para não sermos penalizados, e um dia chegar ao Grupo Especial com muita humildade e trabalho”, antecipa Rhichahs. O anúncio sobre a criação da escola foi feito num site e parece que já agradou à população. “Recebi e-mails e telefonemas de pessoas me parabenizando. Todos dizem que a homenagem é justa.” Para que não fique nenhuma dúvida, o intérprete esclarece que a nova escola de samba é aberta a todo público. “A homenagem é para o público GLS, mas todos podem desfilar.” Segundo Rhichahs, os ensaios acontecerão na quadra da escola de Jacarepaguá, na Zona Oeste, que já cedeu o espaço. Por enquanto, ninguém foi sondado para sair como destaque da Arco-Íris do Amor. “Vou ter uma reunião com a diretoria e vamos marcar um coquetel de lançamento da escola. Mas a idéia é seguir o modelo das outras escolas, com rainha de bateria, ala das baianas e porta-bandeira e mestre-sala.”

quinta-feira, 12 de junho de 2008

COM MEDO DE MORRER HOMOSSEXUAIS FOGEM DO IRÃ

Para conseguir viver e até mesmo sobreviver, os homossexuais iranianos precisam deixar o país ou, na melhor das hipóteses, viver escondidos. Quem conta é um "exilado" iraniano que em 2005 fugiu para Toronto, no Canadá, para escapar de surras, prisões e até mesmo da morte.A declaração feita por Arsham Parsi (diretor-executivo do site Iranian Queer Organization Organização Homossexual Iraniana, em livre tradução do inglês), bate de frente com a declaração do presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad. Ahmadinejad disse durante entrevista na universidade de Columbia, nos Estados Unidos, que não havia este ‘fenômeno’ no Irã. “Nós não temos homossexuais como em seu país (EUA). Nós não temos isto em nosso país. Não temos este fenômeno”, afirmou o presidente."Se não há homossexuais no Irã, eu sou o quê?", rebateu Parsi. Ele contou que teve que deixou o país justamente para que pudesse viver em paz. “Deixei o Irã em 2005 e não penso em voltar para lá. Eu não posso voltar. Eu tenho medo, sim. Não me sinto seguro por lá”. “Eu disse que só voltaria para o meu país quando esta situação não existisse mais por lá”, completou ele.Mas, segundo ele, o fim do preconceito está longe de terminar. E ele publicou em seu site duas fotos de dois amigos que foram chicoteados recentemente por serem homossexuais. Por conta disto, ambos tiveram que fugir para a Turquia."Ahmadinejad só precisa dar uma volta em qualquer tarde ou noite pelo parque Daneshju para descobrir que em seu país há, sim, homossexuais", sugere um estudante universitário. O Daneshju é um dos típicos lugares de encontros gays de Teerã. Talvez o mais democrático. Diferentemente do centro comercial Jam-e Jam, onde o ambiente elegante faz que suas camisetas justas e suas sobrancelhas depiladas passem despercebidas, no parque confluem rapazes tanto do norte rico como do sul mais modesto. A menos que algum se mostre especialmente carinhoso, a polícia não costuma intervir.Como no caso dos heterossexuais, a república islâmica considera imoral qualquer demonstração pública de afeto. De acordo com a moral institucionalizada pela revolução islâmica de 1979, toda relação fora do casamento heterossexual é ilícita e punível.Taha não gosta do termo "hamjensbaz", que seu presidente empregou. "É pejorativo", diz sobre o neologismo que significa literalmente "brincar com o mesmo sexo". Ele refere-se a si próprio como "gerá", redução de "hamjensgerá" (inclinação pelo mesmo sexo).O desprezo é algo a que os homossexuais iranianos estão acostumados. Desprezo, indiferença ou olhar para o outro lado, como fez Ahmadinejad. "Os iranianos são fechados em relação a esse tema. Não se pode falar livremente", salienta Taha. Nem mesmo com a família mais próximaPor enquanto, porém, impera a idéia de que a homossexualidade é uma doença. Na verdade, com o certificado médico, os que se declaram gays ficam isentos do serviço militar. "É verdade que você consegue se livrar do serviço, mas nem eu nem a maioria de meus amigos fizemos isso porque depois a carteira marca como causa o artigo 29, e todo mundo sabe do que se trata", explica Taha. "Fica impossível conseguir um emprego."Deve evitar se envolver em incidentes como o que na última primavera acabou levando à delegacia dois jovens que comemoravam com um grupo de amigos sua decisão de morar juntos.A polícia invadiu a festa e todos os participantes terminaram sob o chicote do carrasco. Sua história e as marcas das 80 chibatadas por "relação imprópria" que receberam podem ser vistas no site da Organização Gay Iraniana (www.irqo.net), com sede nos EUA. Hoje os dois amigos saíram do Irã à espera de encontrar um país de refúgio.

domingo, 8 de junho de 2008

REVISTA DA GLOBO EVITA CAPA COM BEIJO ENTRE SARGENTOS GAYS DO EXÉRCITO – POR SÉRGIO RICARDO

A revista semanal "Época", publicada pela editora Globo, cogitou colocar em sua capa a imagem de um beijo gay entre dois militares. Em sua última edição, a revista trouxe a história dos sargentos do Exército Laci Marinho de Araújo e Fernando de Alcântara de Figueiredo, que assumiram sua homossexualidade. "Época" chegou a considerar a capa (à dir) com o beijo dos sargentos gays, mas optou por versão menos polêmica. A opção da capa da "Época" mostrava o beijo do casal, na boca. O sargento Araújo foi preso, na madrugada da quarta-feira (4), pelo Exército, acusado de deserção. Ele e o companheiro estavam na sede da Rede TV! em Barueri (Grande SP), onde participaram do programa "SuperPop", de Luciana Gimenez.
A direção da "Época" confirmou que a capa do beijo gay era uma das alternativas.
"A foto [do beijo gay] foi considerada. Normalmente trabalhamos com duas ou três alternativas de capa. Refletimos e optamos por dar a que foi publicada por julgá-la mais adequada", informou Paulo Nogueira, diretor editorial da editora Globo, por e-mail.
A capa escolhida pela revista mostra apenas Laci com a mão no ombro de Figueiredo. O blog da equipe de criação e design da revista postou as três opções de capa --a outra alternativa apenas retratava os rostos próximos dos militares, sugerindo a intenção do beijo. A exemplo da revista "Época", a TV Globo também evita exibir beijo entre pessoas do mesmo sexo em suas produções. Foi o que aconteceu com "Duas Caras", que terminou no último sábado (31). Aguinaldo Silva, autor da novela das 21h, escreveu uma cena do beijo entre os personagens Bernardinho (Thiago Mendonça) e Carlão (Lugui Palhares), mas a emissora proibiu o beijo.

terça-feira, 27 de maio de 2008

IDENTIDADE GAY VIROU DIVERSIDADE HUMANA

Não é mais o orgulho de "ser". O significado do orgulho gay está além da identidade sexual e encontrou na diversidade sua definição máxima. O "ser gay" hoje assumiu todos os significados da palavra diferente e todos os significados da palavra conteúdo. Essa última, porquê as pessoas de orientação sexual diferente sairam dos guetos, quebraram as barreiras e a nova geração conquistou o seu lugar graças ao fim do perfil de homossexual afetado, vazio e fútil.
Era e ainda é esse perfil marginalizado que será sempre o presuposto para o preconceito, a discriminação, as agressões. A imagem de gay hoje no Brasil ainda carrega preconceitos e abala tradições, mas já tem uma nova roupagem. É o perfil de um segmento que agora significa consumidores com alto poder aquisitivo, público com elevada formação escolar, exigente, sensível, criativo e, o que é melhor, com alto poder aquisitivo.
Aquilo que já é, há muitos anos, uma realidade em países como os Estados Unidos e outros da Europa, começa a explodir aqui no Brasil. São coisas simples como uma empresa investir numa parada gay ou famílias inteiras participando de um evento cujos donos são pessoas de orientação sexual diferente. São coisas como o direito a pensão por morte de companheiro para casais do mesmo sexo ou plano de saúde com o parceiro(a) como dependente. O segmento GLS agora significa cidadania, mercado, audiência (Big Brother e novelas), talento, poder.
O homossexual deprimido, promíscuo e que não aceita a sua sexualidade está mofando dentro de um armário que, hoje, pede para que ele saia e busque o seu lugar. A nova geração não precisa mais sair pela rua dizendo que é diferente para chamar a atenção ou fazer sexo com alguém. Essa nova geração tem luz e talento próprios para conquistar o que quer em qualquer plano, sentimental ou material. Essa nova geração é que supera o preconceito porquê não dá motivos para que ele exista. É dessa forma que a diferença e a sociedade podem caminhar lado a lado usufruindo do mesmo mundo, do mesmo país, da mesma cidade e sem medo de ser feliz.
Fonte:
www.todaformadeamor.com.br

quinta-feira, 15 de maio de 2008

ARIBA, MUCHACHO - POR ÁLVARO BRANDÃO

A marca americana de underwear Andrew Cristian acaba de lançar uma cueca que vai revolucionar o mercado de roupas íntimas de mundo: uma cueca com uma tecnologia chamada butt-lifting que promete levantar e aumentar os glúteos. Este é o sonho de muitos homens, que fariam qualquer coisa para ter um bumbum mais redondo e firme. A tecnologia é simples. Um suporte invisível inserido na malha levanta sensivelmente o glúteo, fazendo-o parecer mais protuberante do que é realmente. A marca afirma que a maioria das pessoas consegue ganhar entre 1,25 a 2,5 centímetros de bumbum, com o uso da cueca. É possível fazer encomendas internacionais pelo site andrewchristian.com/

sexta-feira, 2 de maio de 2008

O FENÔMENO E OS TRAVECOS - POR ARNALDO JABOR

RONALDO E AS TRAVESTIS...
QUEM É QUEM ?
Como escrevi uma vez, os travestis são centauros urbanos, duas vidas num corpo só. Não confundi-lo com a caricatura da drag Queen. O travesti tem orgulho de ser quem é. Ele não é uma decaída. Ele é uma afirmação de identidade. Ele não é da área moral, é da área artística. Há algo de clone no travesti, pois elas nascem de dentro de si mesmos. Quem está nu ali na esquina, o homem ou a mulher nele? O que oferece o travesti ao homem que a procura? A chance de ser a mulher de uma mulher? O travesti não é simples e doce. Há um lado criminal no travesti. Ele tem coragem de ser duplo, tem coragem de viver o terror e a glória no centro da madrugada O homem que se casa com a prostituta se acha um 'benfeitor', que humilha a mulher que salvou...O travesti nunca será grato a você. Você é que terá que lhe agradecer. O travesti não dá uma boa esposa, você é que poderá virar esposa dele: "Querida, já lavei sua minissaia de oncinha". O travesti tem algo de caubói, corajoso como um John Wayne de biquíni 'fio dental'. Você passa no carro e o vê, uma Marilyn de botas no meio dos faróis e lá se vai o pai de família perdido de loucura. O travesti é um fenômeno que nos fascina porque assume a verdade de sua mentira...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

BICHA BURRA NASCE HOMEM? POR MOA SIPRIANO

As palavras a seguir são um grito de revolta. Muitas vezes acredito que tem gente no mundo que realmente merece se fod... para aprender a se dar o devido valor. Acompanhe o relato sobre o comportamento de duas bichas – sim, B-I-C-H-A-S – que têm o dom supremo de se entregar à dor e ao sofrimento totalmente desnecessário.
Conheci Andrety Bichety no Orkut. Aliás, foi ela quem me achou nas fuçadas da vida, me enviando em seguida um scrap, dizendo ter ficado apaixonadamente apaixonada pela fartura de pêlos negros e prateados que carrego no meu corpo forte, porém fofinho.
On line, educadamente agradeci os elogios, avaliei o perfil e aceitei o dito-cujo no meu rol de amigos virtuais. Minutos depois, a princesa encantada pediu-me permissão para papear no MSN. Permissão concedida, lá veio o Bambi pululando em minha tela (sim, a foto era de um bambi beeemm bambi).
“Oi Moa, fiquei encantado por você”, ela escreveu.
“Que bom que você gostou de mim, mas espero que tenha lido totalmente meu perfil e que não se prenda somente à minha imagem”, respondi, educadamente.
“Não perco tempo lendo perfis. Aliás, vi que você é escritor, mas eu não gosto de ler. Gosto só das fotos de homens gostosos como você”, li, atônito, a resposta que eu já imaginava encontrar.
“Eu te amo, Moa Sipriano. Quero que você venha morar comigo”, surgiu a frase, claro que em letrinhas piscantes, emporcalhando minha tela imaculada.
“Desculpe-me, Andrety Bichety, mas estamos trocando palavras há exatos 30 segundos e você já está me amando? Não acha um pouco precipitada demais essa tua atitude?”
“Não, Ursão”, (odeio ser chamado de 'ursão') “você é o homem da minha vida. Eu quero você pro resto dos meus dias. Eu quero que você venha morar comigo. Agora! Venha no próximo avião...”
Não adiantou eu argumentar para a bicha - que estava realmente falando sério - que aquela era uma proposta absurda e totalmente egoísta. Que seria irracional eu ter que abandonar a minha vida, as minhas coisas, as minhas conquistas, o meu "Danger", o meu bem-estar para viver a três mil quilômetros de distância do meu mundo, só pra contentar uma bicha que nem sequer sabia quem eu era e, sim, que estava interessada apenas no meu corpo, na minha “masculinidade”, no meu caralho!
E agora vem o pior: a retardada ainda me passou de cara o número do telefone fixo, depois o celular e pra culminar, o endereço da casa, do trabalho, da tia, da mãe e até da localização da casinha do cachorro “púdô” (por que toda bicha burra tem cachorro poodle branquinho?)
Além dos dados pessoais que eu não solicitei, a lesada escrevia freneticamente que estava disposta a me sustentar (!!), a me amar, a ser minha “bicha” para todo sempre. Pode uma coisa dessas?
Antes de bloquear e eliminar esse ser alienígena da minha existência, motivado pela minha eterna mania de ajudar quem não merece, ainda perdi meu tempo explicando para ela que esse tipo de comportamento é tremendamente arriscado; que ao passar todas as informações pessoais para uma pessoa totalmente estranha, ela corria o risco de ser assaltada, seqüestrada ou até mesmo morta... tudo por causa do maldito fogo no rabo!
Aaahh, claro, eu estava esquecendo: ela também escreveu até mesmo onde trabalhava e o quanto ganhava por mês – para que eu soubesse que a sua renda seria o suficiente para me proporcionar uma boa vida!!!
Sem chance de diálogo – já que a fogosa tomara conta da conversa – além de teclar feito uma desesperada, ainda despejava na telinha do MSN trocentas mil fotos da vaca magrela nua, de frente, de costas, de quatro, de lado e de todos os ângulos possíveis que sua imaginação conseguir conceber. Que nojo! Como a bicha burra não gostava de ler, nem perdi tempo em indicar
alguns artigos que eu havia escrito tratando justamente desse tipo de comportamento irresponsável. Bloqueei a infeliz do meu MSN e eliminei a anta do meu Orkut. Simples assim.
Mas (e sempre tem um “mas”), a noite estava longe de acabar com serenidade.
Paulety Bichety já estava registrada no meu MSN há tempos, mas, talvez por causa dos horários ou da agenda repleta de compromissos de cada um, nunca havíamos nos encontrado para um bate-papo. E então ela apareceu. Linda, gostosa, suadinha debaixo de uma camiseta vermelha, onde luzes néon guarneciam o seu corpo malhado, perfeito, másculo (só o corpo, claro... porque ao abrir a boca... ai meu d-e-u-s!).
O começo do papo foi agradável, interessante até. Mas, de repente - agora por telefone - lá vem a bicha burra não só me cantar, mas também me propor “casamento” pro dia seguinte!
Isso porque eu já havia dito a ela que meu objetivo no Orkut era fazer amigos e que para mim o Amor só pinta depois de uma sincera Amizade.
Respirei fundo, fiz uma breve conexão direta com meu Dalai, mas como o tadinho tava atordoado com os problemas no Tibet, fiquei sem reservas espirituais para a minha Santa Paciência.
Questionei a mim mesmo se eu era realmente “tudo isso” que as bichas gostam ou se eu estava participando de alguma conspiração viadesca celestial promovida por um bando de anjos arruaceiros. Fiquei com a segunda opção.
A bicha burra queria pegar o carro, viajar mais de 800 km noite adentro, só pra ter o prazer da minha companhia, ou melhor, para chupar meu pau e lamber meus pêlos sedosos.
E não contente com uma meia-foda, a linda queria me levar pra morar com ela, junto com mamãe e, claro, o cachorrinho “púdô” (sim, ele seria um brinquedinho e tanto pro meu pitbull que não suporta, como o “pai” dele, bicho ou bicha cheios de frescura).
Mais uma vez, não importava quem eu era, se meu perfil era verdadeiro, se eu existia realmente, se minhas palavras e imagens eram da pessoa que eu dizia ser... até mesmo se eu “era eu mesmo” no celular. Ela estava disposta a vir e pronto!
Moral das histórias reais descritas acima: tem gente que não pensa, não raciocina, não tem um pingo de bom senso. Primeiro, bom senso em se respeitar o próximo, avaliando em conjunto as possibilidades de um encontro, de uma amizade e, claro, até mesmo de algo mais íntimo.
E mesmo que eu fosse ao encontro delas... porra, e se não pintasse tesão, atração, vontade de ficar juntos? E se fosse o contrário... se eu é que ficasse “apaixonadamente apaixonado” por um ser desses e pedisse à princesa que viesse morar comigo, viver comigo, que abandonasse seus familiares, seus amigos, seu trabalho, sua vida, tudo por causa da potência do meu cacete ou da maciez do meu rabo peludo? Será que elas viriam? Seriam submissas a esse ponto?
Andrety e Paulety não estavam nem aí para o que eu sentia, o que eu queria, o que eu desejava encontrar no outro lado. Motivadas apenas pelas minhas “fotos sensuais” (ai, ai, ai, eu não sou um urso fofo? Confessa!), sem ao menos ler o conteúdo do meu perfil numa rede de relacionamentos, sem nem sequer conferir meus dados, elas se entregavam assim, de mão beijada, onde certamente eu poderia “fazer a festa” usurpando seus bens materiais e suas mentes embotadas.
Ser ou estar carente, vá lá, é algo que nos acontece muitas e muitas vezes durante a vida. Mas se iludir de bobeira, implorando amor, sexo, carinho e compreensão do primeiro peludo que aparece na sua tela triste... acho um pouco demais pro meu gosto.
Eu acredito na atração virtual que gera um encontro real. Eu mesmo já vivi essa experiência e foi algo muito bom para os dois lados, no que se refere à intimidade.
Já encontrei e fiz amigos fantásticos através da Grande Rede. Encontrei trabalho, profissionais competentes, oportunidades mágicas que só seriam possíveis graças à Internet.
Quanto ao amor na primeira tacada... sim... existe! Mas, porra, mesmo nesses casos raríssimos um bom papo, uma conversa franca, uma química mais do que perfeita é necessária, senão tudo desanda e o que sobra é a frustração, a mágoa, a depressão, o medo de continuar a tentar.
O que eu mais fiquei puto nessa porra de experiência com Andrety e Paulety é que elas estavam simplesmente cegas para tudo. Não se importavam em se entregar, em se aventurar em algo que poderia acabar até mesmo com suas vidas!
E se eu fosse um marginal, dono de um perfil falso, pronto para se aproveitar dessas situações? (quantos gays, meu deus, quantos gays já caíram nesse tipo de golpe?). E se eu tivesse um comparsa e juntos fôssemos atacar essas bichas infelizes?
Aí eu te pergunto: Até quando nos esconderemos atrás das nossas “ingenuidades” e nos entregaremos aos homens errados?
Daí por azar uma lazarenta dessa amanhece morta, esfaqueada, estrangulada, estuprada (morreu realizada, a infeliz!), aparecem aos borbotões aquele monte de gays hipócritas, donos de ONGs de proteção às minorias, pedindo a cabeça dos assassinos e justiça para as autoridades em seus discursos inflamados, porém repletos de palavras vazias, sem atitude.
Cabe a nós, gays ou não, nos policiarmos no que diz respeito à nossa intimidade, nossos desejos, nossas atitudes. Enquanto permanecermos cegos e nos comportarmos como bichas burras agindo de forma totalmente irresponsável, o resultado será um emaranhado de casos infelizes infestando as páginas policias dos jornais sensacionalistas.
Só você pode cuidar de você mesmo.
As palavras descritas aqui foram um grito de revolta. Eu continuo acreditando que tem bicha burra no mundo que realmente merece – literalmente – se foder...

para aprender a se dar o devido valor.

terça-feira, 15 de abril de 2008

FILME COM MARILYN MONROE FAZENDO SEXO ORAL É VENDIDO EM NY NOVA YORK POR DANIEL TROTTA

Um filme de 15 minutos mostrando Marilyn Monroe fazendo sexo oral em um homem não identificado deverá continuar longe do público pelo empresário de Nova York que o comprou por 1,5 milhão de dólares, anunciou na segunda-feira o intermediário da compra. O colecionador Keya Morgan disse que organizou recentemente a venda do filme mudo em preto e branco, que pertencia ao filho de um informante falecido do FBI. Quem o comprou foi um empresário rico de Manhattan que quer proteger a privacidade de Marilyn Monroe.
"O cavalheiro que o comprou disse que, por respeito a Marilyn, não vai transformar as imagens em brincadeira, colocá-las na Internet ou tentar explorá-las", disse Morgan.
"Não é essa a intenção dele, e eu não envolveria meu nome na transação se isso fosse acontecer. "Morgan, que assistiu ao filme, disse que Marilyn Monroe está vestida e que a cabeça do homem fica fora do quadro durante os 15 minutos do filme.
Marilyn teria tido um caso com o ex-presidente americano John F. Kennedy, segundo rumores da época, e Morgan disse que o ex-diretor do FBI J. Edgar Hoover, rival de Kennedy, esforçou-se ao máximo para provar que era Kennedy o homem que aparece no filme.
Um dos ex-maridos de Marilyn, o falecido astro do beisebol Joe DiMaggio, tentou comprar o filme do colecionador por 25 mil dólares, mas "ele se negou a vender", segundo arquivos do FBI antes sigilosos fornecidos por Morgan. Keya Morgan é um colecionador conhecido que possui objetos dos herdeiros de Marilyn Monroe e Joe DiMaggio e disse ter sido amigo dos dois outros maridos de Marilyn, Jim Dougherty e o dramaturgo Arthur Miller. Ele disse que tomou conhecimento da existência do filme quando trabalhava em um documentário sobre Marilyn, que morreu em agosto de 1962 aos 36 anos.
Um ex-agente do FBI lhe contou sobre o filme, e Morgan disse que confirmou a história ao encontrar o filho do ex-informante, que dera uma cópia ao FBI. O filho do falecido informante tinha o original, enquanto a cópia permanece em sigilo nos arquivos do FBI, disse Morgan, cuja transação foi divulgada na segunda-feira pelo New York Post. "O agente do FBI com quem conversei disse que J. Edgar Hoover era completamente obcecado pelo assunto...Hoover convocou algumas prostitutas que teriam estado com o presidente Kennedy e elas tentaram verificar se era realmente Kennedy", disse. Representantes do FBI em Nova York e Washington não retornaram telefonemas pedindo comentários sobre o assunto.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

CONTRA A PUTARIA!?!? POR FABRICIO VIANA

Não entendo como esses gays criticam tanto a putaria, promiscuidade ou sei lá o que chamar de toda essa "pegação". Sou do tipo que acredita que seja gay ou hetero, usando camisinha, se cuidando, tem mais é que trepar mesmo, criar vinculos, amar, beijar muito na boca, etc. Desde que não prejudique a si e os outros, tudo é valido!!! Mesmo porque, como eu vivia dizendo quando eu estava solteiro: "Se eu beijar mais de 400 em uma noite, estarei apenas exercendo minha liberdade de, no meio destas 400 pessoas, encontrar o grande amor da minha vida. E ninguém tem nada a ver com isso!". E encontrei!!!! Alias, graças ao meu lema, nunca fiquei solteiro ou sozinho por muito tempo...
Então galera, se o boy quer só curtir, quer só sexo, vai fundo!!!! Aproveita o momento!!!! Na cama, na putaria, ou sei lá onde vocês quiserem, também começam muitos relacionamentos. Agora, ficar parado em casa, esperando o principe encantado não rola não. Sem falar que você corre o risco de virar um sapo, grande e feio...

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O ETERNO POETA POR IRVING ALVES

Talentoso, autêntico, transgressor, sensível e agressivo ao mesmo tempo. Estes são alguns adjetivos que poderiam perfeitamente ser direcionados a Agenor de Miranda Araújo Neto, ou simplesmente Cazuza. O cantor e poeta carioca nasceu há exatos 50 anos e, em sua breve existência, traduziu os sentimentos de uma geração que acabava de sair de uma ditadura e reaprendia a expressar seus sentimentos e vontades.À frente do grupo Barão Vermelho, com quem gravou 4 álbuns, Cazuza tornou-se um verdadeiro ícone da música brasileira, com suas letras sobre amor, melancolia, comportamento e política. Em carreira solo, Cazuza continuou sua saga poética, sem meias palavras. Gravou mais 5 discos, sendo que no último deles, "Burguesia", de 1989, já dá para perceber sua voz enfraquecida, que deixou evidente a fragilidade de seu estado de saúde, debilitado em decorrência do vírus HIV. Cazuza morreu em 1990, aos 32 anos. Porém, seu trabalho continua servindo de trilha sonora para a vida de muita gente por aí.Em homenagem ao aniversário deste artista que é uma verdadeira unanimidade, o Mixbrasil selecionou alguns momentos inesquecíveis, especialmente escolhidos para matar as saudades.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O SIMPATIZANTE PEDRO BIAL

Pedro Bial é poeta e formado em jornalismo pela PUC-RJ.
O ANTENA MIX tirou a peruca pra ele e selecionou esse texto de sua autoria.
PODE ME CHAMAR DE GAY
Pode me chamar de gay, não está me ofendendo. Pode me chamar de gay, é um elogio. Pode me chamar de gay, apesar de ser heterossexual, não me importo de ser confundido. Ser gay me favorece, me amplia, me liberta dos condicionamentos. Não é um julgamento, é uma referência. Pode me chamar de gay, não me sinto desaforado, não me sinto incomodado, não me sinto diminuído, não me sinto constrangido. Pode me chamar de gay, está dizendo que sou inteligente. Está dizendo que converso com ênfase. Está dizendo que sou sensível. Pode me chamar de gay. Está dizendo que me preocupo com os detalhes. Está dizendo que dou água para as samambaias. Está dizendo que me preocupo com a vaidade. Está dizendo que me preocupo com a verdade. Pode me chamar de gay. Está dizendo que guardo segredo. Está dizendo que me importo com as palavras que não foram ditas. Está dizendo que tenho senso de humor. Está dizendo que sou carente pelo futuro. Está dizendo que sei escolher as roupas. Pode me chamar de gay. Está dizendo que cuido do corpo, afino as cordas dos traços. Está dizendo que falo sobre sexo sem vergonha. Está dizendo que danço levantando os braços. Pode me chamar de gay. Está dizendo que choro sem o consolo dos lenços. Está dizendo que meus pesadelos passaram na infância. Está dizendo que dobro toalha de mesa como se fosse um pijama de seda. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou aberto e me livrei dos preconceitos. Está dizendo que posso andar de mãos dadas com os anéis. Está dizendo que assisto a um filme para me organizar no escuro. Pode me chamar de gay. Está dizendo que reinventei minha sexualidade, reinventei meus princípios, reinventei meu rosto de noite. Pode me chamar de gay. Está dizendo que não morri no ventre, na cor da íris, no castanho dos cílios. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou o melhor amigo da mulher, que aceno ao máximo no aeroporto, que chamo o táxi com grito. Pode me chamar de gay. Está dizendo que me importo com o sofrimento do outro, com a rejeição, com o medo do isolamento. Está dizendo que não tolero a omissão, a inveja, o rancor. Pode me chamar de gay. Está dizendo que vou esperar sua primeira garfada antes de comer. Está dizendo que não palito os dentes. Está dizendo que desabafo os sentimentos diante de um copo de vinho. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou generoso com as perdas, que não economizo elogios, que coleciono sapatos. Pode me chamar de gay. Está dizendo que sou educado, que sou espontâneo, que estou vivo para não me reprimir na hora de escrever. Pode me chamar de gay. Que seja bem alto. A fragilidade do vidro nasce da força e do ímpeto do fogo.




domingo, 17 de fevereiro de 2008

FOTO COM CASAL GAY VÍTIMA DE HOMOFOBIA GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL


A fotografia de um casal gay húngaro vítima de um ataque homofóbico ganhou o segundo lugar do 51º prêmio de fotojornalismo promovido pela World Press Photo.
A imagem, intitulada “Casal gay vítima de violência antigay espera assistência médica, Budapeste, Hungria”, é do fotografo Zsolt Szigetváry. O trabalho concorria na categoria problemas contemporâneos. O primeiro lugar da competição (um dos mais prestigiados concursos internacionais de fotojornalismo) foi para o retrato de um soldado norte-americano encostado em um bunker no Afeganistão. A imagem, capturada pelo fotógrafo britânico Tim Hetherington, foi tirada em 16 de setembro de 2007. O bunker foi batizado de "Restrepo", depois que um soldado com esse nome foi morto no local por insurgentes.
Fonte: A Capa.com.br

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

ESCRITOR GAY AJUDA A "SAIR DO ARMÁRIO".

LIVRO JÁ ESTA NA SEGUNDA EDIÇÃO!
Fabrício Viana, bacharel em psicologia, gay assumido e casado com outro rapaz, coloca a disposição a segunda edição de seu livro O ARMÁRIO - Vida e Pensamento do Desejo Proibido. Produzido independente e vendido apenas pela Internet por meio do site
www.oarmario.com , o livro narra um pouco da vida do autor e todos os conflitos que ele passou até assumir plenamente sua homossexualidade. Além disso, o autor, graças a sua formação em psicologia, sai do âmbito pessoal e entra em história, psicologia, família, processos neuróticos, homofobia, homofobia internalizada, educação, machismo e vários outros conceitos que explicam - detalhe por detalhe - o motivo que leva as pessoas a "entrarem no armário" e o quanto é importante que elas saiam dele. Além do livro, Viana é conhecido por idealizar projetos na Internet com a finalidade de levar informações gratuitas à população sobre a homossexualidade. Em 2002 criou a www.campanhaglbt.com , em 2003 o www.armariox.com.br e em 2004 a www.tvtudo.com , esta última, premiada pela APOGLBT, ONG responsável pela maior parada gay do mundo. Em seu caminho, Viana também teve participações em programas de TV como o de Ana Maria Braga, Buzzina na MTV, Mulheres Dez com Isabel Machado,
Show+, Giba Um e muitos outros, além de entrevistas para jornais e revistas.
Atualmente ele escreve seu segundo livro e viaja por todo o Brasil para palestrar
Sobre o tema, sempre a convite de ONGs e Universidades. "Meu livro não é o único que fala sobre a homossexualidade, mas é o único que foca, do início ao fim, a entrada e a saída do armário, com todos os conflitos gerados por conta disso.", comenta o autor. A segunda edição do livro, lançada oficialmente no final de 2007, apenas um ano depois da primeira, tem 144 páginas e inclui artigos e recomendações de links selecionados pelo autor. Para ler trechos da obra, assistir aos vídeos com entrevistas sobre o autor, ler matérias de jornais e revistas, visite
www.oarmario.com
SOBRE O LIVRO, COMO ADQUIRIR??
O livro é uma produção independente, sem apoio e sem editora. Por isso
Ele não é vendido em livrarias, apenas pelo site
www.oarmario.com
O valor é de R$ 34,00, atualmente, existe uma promoção no site, e cada exemplar sai por apenas R$ 25,00. O link do formulário para pedido é
http://www.oarmario.com/pedidos/pedido.php
As formas de pagamento são: depósito ou transferência para a conta do
Próprio autor, o que garante a segurança total na transação. O livro é comprado diretamente com o autor.
CONTATO COM O AUTOR
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fabricioviana1977@gmail.com ou fone (11) 9584-4439