

PARA VOCÊ QUE NÃO ENTENDE MUITO, SEGUE ALGUNS EXEMPLOS
Para você que não entende muito, segue alguns exemplos:
Aqüêndar - conseguir / Aqüé - dinheiro / Mona - mulher / Edi - bunda
Ocó - homem / Uó - coisa ruim / Ojó - olho / Urupim - peruca
Picumã - cabelo / Ocany - pênis / Apatá - sapato / Axó - roupa / Caicó - cigarro
Otim - bebida / Jiger - comida / Afofí - mal cheiro / Elza - roubo / Alibam - polícia
Ilê - casa / Adé - gay / Aló - lésbica
Aqüêndar - conseguir / Aqüé - dinheiro / Mona - mulher / Edi - bunda
Ocó - homem / Uó - coisa ruim / Ojó - olho / Urupim - peruca
Picumã - cabelo / Ocany - pênis / Apatá - sapato / Axó - roupa / Caicó - cigarro
Otim - bebida / Jiger - comida / Afofí - mal cheiro / Elza - roubo / Alibam - polícia
Ilê - casa / Adé - gay / Aló - lésbica
O AMOR QUE NÃO OUSA DIZER O NOME
Dentro da mitologia dos orixás, há passagens que confirmam a presença de hermafroditas ou transexuais. Esse é o caso da mulher-macho que veste calça e tem cavanhaque: a orixá das tempestades, Iansã.
Segundo alguns mitos yorubás, Oxalá reúne em si o lado masculino e feminino, aliás, como muitos outros deuses antigos.
Consta também que Oxóssi, o caçador, manteve relação amorosa e sexual com o orixá das folhas, Ossaim ou Ossanha.
Apesar disso, alguns homossexuais do candomblé não se assumem. "A maior parte dos principais pais de santo no passado e presente foram e são bissexuais ou homossexuais. Filhos de santo, a mesma coisa. Todo mundo sabe, mas não se fala, não se assume. Tolera-se, mas não há um discurso articulado de defesa da livre orientação sexual dos indivíduos, o que é uma pena, pois apesar de muito praticado, o homossexualismo continua sendo, no candomblé, o amor que não ousa dizer o nome". Oseás Santana, 32 anos, filho de santo, diz que na religião do candomblé, não há pecado e nem pecador e muito menos o inferno, sendo o indivíduo responsável pelos seus atos e o único que pode avaliá-los. "Aqui se respeita a liberdade, o ser humano, não importa sua orientação sexual".
Segundo alguns mitos yorubás, Oxalá reúne em si o lado masculino e feminino, aliás, como muitos outros deuses antigos.
Consta também que Oxóssi, o caçador, manteve relação amorosa e sexual com o orixá das folhas, Ossaim ou Ossanha.
Apesar disso, alguns homossexuais do candomblé não se assumem. "A maior parte dos principais pais de santo no passado e presente foram e são bissexuais ou homossexuais. Filhos de santo, a mesma coisa. Todo mundo sabe, mas não se fala, não se assume. Tolera-se, mas não há um discurso articulado de defesa da livre orientação sexual dos indivíduos, o que é uma pena, pois apesar de muito praticado, o homossexualismo continua sendo, no candomblé, o amor que não ousa dizer o nome". Oseás Santana, 32 anos, filho de santo, diz que na religião do candomblé, não há pecado e nem pecador e muito menos o inferno, sendo o indivíduo responsável pelos seus atos e o único que pode avaliá-los. "Aqui se respeita a liberdade, o ser humano, não importa sua orientação sexual".

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